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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Deus tem um propósito por trás de cada adversidade

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Deus usa as circunstâncias para desenvolver nosso caráter. Jesus alertou-nos de que teríamos  aflições no mundo. Ninguém está imune à dor ou livre de sofrer e ninguém tem a oportunidade de atravessar a vida sem problemas. Deus utiliza os problemas para que você se aproxime dele. É durante os períodos de sofrimento que aprendemos a fazer orações mais sinceras, autênticas e honestas a Deus.
Deus poderia ter livrado José da prisão e Daniel da cova dos leões, poupado Jeremias de ser lançado no poço de lama, impedido os três naufrágios de Paulo e evitado que os três jovens hebreus fosse jogados na fornalha em chamas, mas não o fez. Permitiu que esses problemas acontecessem, e, em decorrência deles, cada um desses homens foi trazido para mais perto de Deus.
Você nunca saberá que Deus é tudo que você precisa até que ele seja tudo o que você tiver.
Mas lembre-se: tudo o que acontece com você tem um significado espiritual. Cada problema é uma oportunidade para a edificação do caráter. O propósito de Deus é maior que nossos problemas, nosso sofrimento e até mesmo nossos pecados. O que sofremos agora não é nada, comparado com a glória que Ele nos dará adiante.
Corrie ten Boom, que sofreu num campo de concentração nazista, diz: “Se você olhar para o mundo, ficará aflito. Se você olhar pra você mesmo, ficará deprimido. Mas, se olhar para Cristo, descansará!”.
- Uma vida com propósitos

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Verdadeiro Amor

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Imagem: Mirella® - Encantos e Paixões®
Um famoso professor se encontrou com um grupo de jovens
que falava contra o casamento.
Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo
e que é preferível acabar com a relação,
quando este se apaga, em vez de se submeter
a triste monotonia de um matrimônio.
O mestre disse que respeitava a sua opinião
mas lhe contou a seguinte história:
Meus pais viveram 55 anos casados.
Numa manhã minha mãe descia as escadas 
para preparar o café e sofreu um enfarto. 
Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde 
e quase se arrastando a levou até a caminhonete.
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou,
infelizmente ela já estava morta.
Durante o velório meu pai não falou nada. 
Ficava o tempo todo olhando para o nada. 
Quase não chorou. 
Eu e meus irmãos tentamos, em vão confortá-lo. 
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo,
passou a mão pelo caixão e falou com sentida emoção:
" - Meus filhos, foram 55 bons anos ... 
ninguém pode falar do amor verdadeiro  se não tem idéia 
do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo. "
Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou:
" - Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. 
Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando
vendemos a casa,  mudamos de cidade. 
Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem 
a faculdade, choramos um ao lado do outro, 
quando entes queridos partiam ... 
Filhos, agora ela se foi e estou contente.
E vocês sabem por que? 
Por que ela se foi antes de mim e não teve que sentir 
a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só, 
depois da minha partida. 
Sou eu quem vai passar por essa situação, 
e agradeço a Deus por isso.
Eu a amo tanto que não gostaria que ela sofresse assim ... "
E por fim, o professor concluiu:
Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor ... 
Está muito além do romantismo e não tem muito a ver com o erotismo,
mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam 
duas pessoas realmente comprometidas. 
Por isso digo que o verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, 
no dia-a-dia e por todos os dias.
O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, 
nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.

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domingo, 15 de janeiro de 2012

Você realmente é cristão?

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Faça uma Breve Reflexão  a Si Mesmo Acerca desse vídeo.

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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

DEUS NÃO HABITA EM TEMPLOS FEITOS POR MÃOS DE HOMENS

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Poderíamos citar muitos versículos sobre esse assunto, mas há um que é muito conhecido, mas pouco entendido, quando Deus faz a seguinte pergunta: “Que casa me edificareis vós?” Você já pensou em respondê-la? Senão, faça agora. Ninguém, ninguém mesmo pode edificar uma casa física para Deus morar. Já houve quem pensasse que isso fosse possível.
Observe que no Antigo Testamento, muitos, no intuito de agradar a Deus, tiveram esse intento. Salomão, apesar de toda a sua sabedoria, imaginava como Davi, seu pai, poder edificar uma casa para Deus. (II Cr 6) Isso ocorreu porque, certamente, eles não tinham consciência e a visão que temos hoje do verdadeiro significado da casa de Deus.
“Entretanto foi Salomão quem lhe edificou uma casa;
mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta:
O céu é meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés. Que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual o lugar do meu repouso?
Não fez, porventura, a minha mão todas estas coisas?”(At 7:47-50)
Apenas com o Novo Testamento, ou seja, a partir da vinda de Cristo, é revelado ao homem que casa seria esta. Mas Deus, que é longânimo, misericordioso, levava em conta o desejo, a intenção daqueles irmãos, tanto é que se fazia presente, mesmo no lugar onde ainda não era a Sua casa, embora tivesse sido edificada para esse fim. Era apenas a sombra do que havia de vir. (Hb 10:1) Portanto, o esforço e a dedicação deles e a dificuldade que tiveram para fazer o que fizeram, corresponde, em parte, à cruz que carregamos hoje.
Agora, não podemos mais alegar ignorância. Não resolve mais construir um templo após o outro, enquanto o povo permanece sob o governo do diabo. Entenda de uma vez por todas que isto não pode ser do agrado de Deus. Não estamos com isso dizendo que não se deve construir um templo. Podemos até fazer, para proporcionar um maior conforto para a igreja que se reúne naquele lugar, não significando, de maneira alguma, que ali seja a igreja.
Deus não habita em casa construída por mãos humanas. Se Ele tiver de ser encontrado, podem estar certos disso, será em alguém, numa pessoa ou em um povo. Deus quer habitar em nós! Para esse fim, então, quem deve ser edificado somos nós. É impressionante como perdemos a maior parte do nosso tempo envolvidos com coisas que em nada contribuem para a nossa edificação.
Para que a casa de Deus exista, necessário se faz que cada um de nós seja edificado com essa finalidade. Se Cristo estiver em mim, posso garantir que sou participante de Sua casa e se Ele permanecer em mim é evidente que se agradou de fazer em mim morada. Paulo tinha essa convicção e nos aconselhou a sentir o mesmo.
“Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.
Mas espero que entendereis que nós não somos reprovados.”(II Co 13:5-6)
Vamos também proceder assim. Se chegarmos à conclusão de que o Senhor não está em nós, talvez ainda haja tempo para O buscarmos. O esforço é individual! A nossa vontade, nesse caso, tem fundamental importância.
Se já não temos, neste mundo, uma vida muito agradável, com tanta luta, dificuldade, tribulação, doença, morte, angústia, tristeza, dor, já imaginou, ao deixarmos este corpo, descobrirmos que não edificamos para nós uma morada no céu? Quem vai nos receber quando sairmos dessa vida?
Não é possível voltar – como quis fazer o rico que morreu juntamente com Lázaro – e recomeçar. Os dias que nos são disponíveis são os da nossa carne, nenhum a mais. É interessante observarmos que, permitindo ser habitados pelo Espírito de Cristo, aqui na terra, Ele se dispõe a preparar para nós um lugar junto Dele, em Sua casa, no céu.
Estamos sempre na expectativa de deixar para amanhã o que deveríamos fazer diariamente. Envolvidos pelo governo maligno deste mundo, deixamos de nos edificar, como igreja, como casa de Deus. Às vezes, passam-se dias e não acrescentamos absolutamente nada que possa contribuir com a nossa edificação.
Não foi o que aconteceu com Jesus Cristo e com os apóstolos. Um dia, Deus pôde, com toda a liberdade, manifestar-se através desses homens. Então, naquele momento, onde quer que estivessem, aonde quer que fossem, ali também estava Deus. As Escrituras afirmam que Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo.
É bom saber que já há bastante tempo, temos pregado o evangelho e chegado sempre à mesma conclusão. Não podemos pensar hoje de uma forma e amanhã de outra. Não importa o que falamos, desde que a direção seja sempre a mesma e tudo se resume na edificação do homem, para que possa servir de habitação para o Espírito de Deus.
Em outras palavras, na tentativa de ser ainda mais claro, o propósito de Deus é nos tirar do poder de Satanás. A princípio, todo homem se encontra sob a sua influência. É com o propósito de libertar o homem que a Palavra de Deus deve ser pregada e, ao ouvi-la, de imediato, iniciamos um combate com as trevas, e nos declaramos inimigos do diabo.
Quando a semente (Palavra) cai em boa terra (pessoa), a tendência é que produza fruto. Quem recebeu a Palavra, nem sempre se lembra de quando foi que aconteceu, mas é a partir desse momento que surge a possibilidade de sair do governo de Satanás. Não se iluda pensando que o homem nasce livre e, portanto, todos são filhos de Deus. Essa é uma doutrina diabólica, do deus deste século.
“Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira”. (Jo 8:44)
Então, edificar uma pessoa não é tarefa nada fácil. Não devemos imaginar que Deus, Santo, Justo e Perfeito como é, habite em qualquer um. Quanto mais santos nos tornarmos, mais certeza teremos de que Deus não nos deixará, de que a habitação que fizemos para Ele não ficará deserta.
Se inabitada por Ele, tornar-se-á morada de demônios, como aconteceu com a Grande Babilônia, que também é um povo, uma igreja, composta por aqueles que não tiveram a preocupação de, ao mesmo tempo em que guardavam a pureza, santificavam-se ainda mais.
“E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável”.(Ap 18:2)
Deus edifica pedra por pedra, casa por casa, pessoa por pessoa. Em vão será o nosso trabalho se o Senhor não habitar em nós. A conclusão a que chegamos é que a obra se realiza mesmo é no caráter do homem. É necessário, verdadeiramente, nascer de novo.
Esse processo varia de pessoa por pessoa. Quem resistir menos, certamente alcançará mais rapidamente o padrão desejado por Deus. No dia em que estivermos prontos ou acabarem-se os nossos dias nesta carne, concluída está a construção e é chegado o fim da obra que se realiza em nós.
Quando atingirmos esse grau de espiritualidade, o Senhor terá plena liberdade em nos dirigir e governar. Isto quer dizer também que chegará um momento em que o diabo não terá mais nenhuma influência sobre nós. Eu sonho com esse dia! Aleluia! Chegará também um instante em que a mulher (igreja) terá a lua (Satanás) debaixo dos seus pés. (Ap 12:1)
Nesse momento, podemos afirmar, sem dúvida, que a obra foi concluída. A igreja estará purificada de qualquer influência maligna. Que maravilha! Já imaginaram quando alcançarmos isto, meus irmãos? Foi exatamente o que aconteceu com Jesus. Ele foi o primeiro filho de Deus, irrepreensível, perfeito, totalmente santo. Os demais filhos de Deus procuram também ser como Ele. As Escrituras afirmam que Jesus Cristo não se envergonha de chamá-los de irmãos.(Hb 2:11)
Virá o tempo em que o nome do Senhor não será mais motivo de vergonha, de chacota, de blasfêmia, porque não haverá mau testemunho por parte dos filhos de Deus. Todos serão santos, perfeitos, justos, irrepreensíveis, tal como o Pai. Edificar alguém, então, é algo muito importante, requer pessoas habilitadas, especialmente preparadas com essa finalidade.
Estamos sempre na expectativa de que, em algum momento, a obra seja concluída. Quando Deus encaixar a última pedra na construção, acabou. Mas agora, por um pouco de tempo, ainda é necessário trabalhar. Ao mesmo tempo em que trabalhamos na edificação da igreja, somos edificados por Deus. A que ponto esta obra chegou, em que fase ela está, não sabemos. Uma coisa é certa: a sua conclusão está bem próxima.
Realmente, pensando bem, não faria sentido Deus habitar em outro lugar, senão em nós, porque Deus é Espírito, e espírito faz morada em pessoas, não em templos. Que benção! Esteja certo de que Ele é Poderoso para concluir a edificação da obra que um dia iniciou em nossas vidas.
“... tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus,
como tenho por justo sentir isto a respeito de vós todos, porque vos retenho em meu coração, pois todos vós sois participantes comigo da graça, tanto nas minhas prisões como na defesa e confirmação do evangelho”. (Fp 1:6-7)


               

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domingo, 18 de dezembro de 2011

Jonas e o Peixe

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Quem  Faz Perguntas Dificeis, nao sabe o que e passar aperto para responder haha

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Trollando o Chefe

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HeHeHe essa e boa!!!

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sábado, 17 de dezembro de 2011

Do que Me Adianta?

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    De que adianta orar, e não vigiar? De que adianta “oferecer o corpo para ser queimado, ou doar todos os bens, se não tiver amor?”, De que adianta o sorriso e o cumprimento, se não há sinceridade? De que adianta o conhecimento superficial das Sagradas Escrituras? De que adianta chamar “Senhor, Senhor” e não amar ao próximo? De que adianta apregoar o Evangelho, se não há perdão e arrependimento? De que adiantam templos bonitos e suntuosos, se os tabernáculos dos corações estão sujos e corrompidos? De que adianta vangloriar-se do que não se têm?                                                                                                  
 De que adianta chorar, se as lágrimas não brotam do coração? De que adianta mentir, se não há a luz da verdade? De que adianta correr, se não formos a lugar algum? De que adianta um Evangelho apenas de teoria? De que adianta servir “a Deus e a Baal”? De que adianta fazer a obra do Senhor com murmuração e contendas? De que adianta adorar a Deus, com rebeldias? De que adianta “vestir-se como ‘crente’” e não praticar o Evangelho? De que adianta orar, servir, adorar…se eu não sei a quem realmente oro, sirvo e obedeço?                              
De que adiantam ‘máscaras’, se o Senhor sonda os corações? De que adianta a profecia, se ela vem do próprio homem? De que adianta o trabalho, se o esforço for em vão? De que adiantam reformas exteriores, se os corações não estão reformados? De que adianta olhar para o futuro, se não se aprende com o passado?  De que adianta o bom conselho, se o coração estiver obstinado? De que adianta trabalhar e não observar os frutos do trabalho? De que adianta o dinheiro, se não há paz? De que adianta a vida, se não há esperança após a morte?            
    De que adiantam os “dons do Espírito”, se não há o seu “fruto”? De que adiantam “cargos” na igreja, se eles forem apenas isso: “cargos”? De que adianta a presença, se há indiferença? De que adianta “cobrar dos outros o que não me cobro”? De que adianta dizer que se ama, e não agir como se amasse? De que adianta o sofrimento, se este não produz mudança? De que adiantam as contendas, se o Inimigo avança as trincheiras? “De que adianta ao homem, ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?…

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